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Um forte Abraço,
Marianna Lemos
Fisioterapeuta
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo!
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo:
M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em
CorES di fE rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE...
V I V A !!!
Ambiente iluminado impede sono profundo
É prejudicial para o organismo dormir com a luz acesa?
A luz atrapalha o sono profundo. Mesmo com o olho fechado, a luminosidade é capaz de atravessar a pálpebra, que é um tecido muito fino, e chegar até o sistema nervoso central. Quando o ambiente está escuro, a glândula pineal, que fica dentro do cérebro, produz uma substância chamada melatonina. Entre outras coisas, ela é responsável por induzir o organismo ao sono profundo.
Quando há muita luz, essa substância praticamente pára de ser secretada pela glândula. Por isso, o sono fica superficial e o dorminhoco acorda facilmente.
O homem provavelmente desenvolveu essa adaptação quando ainda morava nas cavernas.
À noite, no escuro, era o pior momento para sair e caçar porque a maioria dos animais podia ver muito melhor do que ele. Por isso, a melatonina passava a ser produzida e ele adormecia profundamente. A característica se manteve ao longo da evolução da espécie.
"Se a pessoa realmente tiver que dormir em um ambiente iluminado, como durante longas viagens de avião, uma boa alternativa é usar vendas ou máscaras que impeçam, ao menos parcialmente, a luminosidade de entrar pela pálpebra", aconselha o neurologista Rubens Reimão, da Clínica Reimão de Distúrbios do Sono, em São Paulo.
A luz atrapalha o sono profundo. Mesmo com o olho fechado, a luminosidade é capaz de atravessar a pálpebra, que é um tecido muito fino, e chegar até o sistema nervoso central. Quando o ambiente está escuro, a glândula pineal, que fica dentro do cérebro, produz uma substância chamada melatonina. Entre outras coisas, ela é responsável por induzir o organismo ao sono profundo.
Quando há muita luz, essa substância praticamente pára de ser secretada pela glândula. Por isso, o sono fica superficial e o dorminhoco acorda facilmente.
O homem provavelmente desenvolveu essa adaptação quando ainda morava nas cavernas.
À noite, no escuro, era o pior momento para sair e caçar porque a maioria dos animais podia ver muito melhor do que ele. Por isso, a melatonina passava a ser produzida e ele adormecia profundamente. A característica se manteve ao longo da evolução da espécie.
"Se a pessoa realmente tiver que dormir em um ambiente iluminado, como durante longas viagens de avião, uma boa alternativa é usar vendas ou máscaras que impeçam, ao menos parcialmente, a luminosidade de entrar pela pálpebra", aconselha o neurologista Rubens Reimão, da Clínica Reimão de Distúrbios do Sono, em São Paulo.
1. Tome um banho quente
A temperatura desce naturalmente à noite antes de dormir e chega ao seu ponto mais baixo às 4 ou 5 da manhã. Quando você toma um banho quente a sua temperatura sobe e o período seguinte é muito relaxante.
Duas horas antes de dormir tome um banho de banheira de 20 ou 30 minutos. Se a sua temperatura subir um grau ou dois com o banho a queda da temperatura ao dormir vai faze-lo dormir profundamente. Uma ducha é menos eficaz mais pode ajudar.
2. Instale um interruptor que suavize a luz
À noite o seu corpo libera melatonina que faz com que você tenha sono se receber as pistas certas do seu ambiente. Melatonina é o hormônio da escuridão e não aparece com a luz acesa. Você deve ficar no escuro às 9 ou dez da noite. Estar num ambiente pouco iluminado antes de ir para cama pode ajudar no sono.
3. Prepare a suas roupas
Você pode ajudar o seu corpo a reconhecer a hora de dormir instalando rotinas e repetindo-as toas as noites. Tirar as suas roupas e escovar os seus dentes e cabelos pode ajudar a dormir.
4. Não tome estimulantes
Não tomar café nem ao almoço pode ajudar a dormir mais rápido uma vez que a cafeína é um estimulante. Cafeína depois do meio dia se você tem problemas para dormir é contra indicada porque fica no sistema muito tempo – diz o cientista Walsleben.
A nicotina também é um estimulante. Fumar para relaxar antes de dormir pode ter o efeito oposto acelerando o seu coração e mantendo o seu cérebro alerta, diz Walsleben.
5. Apague aparelhos eletrônicos
Telas acesas são estimulantes - diz Walsleben (isso inclui a TV) então é melhor evitá-los. Antes da sua hora de dormir comece a desacelerar o seu cérebro fazendo alguma coisa calmante como ler numa cadeira confortável e pare de ver TV e checar e-mails.
6. Use meias na cama
Se os pés gelados tiram o seu sono aqueça-os com um par de meias macias. A camada extra debaixo das cobertas pode ajudar a melhorar a circulação nas suas extremidades e isso pode ajudar a dormir mais facilmente diz a Dra. Phiyllis Zee, professora da Universidade Northwestern – Escola de Medicina Feinberg.
7. Limite bebida e comida
Uma grande refeição ou muito tempero perto da hora de dormir pode fazer o seu sistema digestivo trabalhar enquanto o resto do seu corpo ainda está acordado.
E álcool com o jantar – ou uma bebida antes de dormir pode estragar o seu padrão de sono e prevenir o sono reparador REM com o qual você se sente refrescado.
Se você beber muito líquido antes de dormir pode ter que se levantar à noite para usar o banheiro.
"A maioria dos adultos de meia idade e idosos têm que se levantar à noite por esta razão" diz William C. Dement, professor de psiquiatria da Universidade de Stanford. Mas restringir os líquidos antes da cama pode ajudar.
Se você se levanta muitas vezes instale uma luz de companhia (luz pequena) no banheiro: ela é menos estimulante que uma luz branca e brilhante e não vai interromper a melotonina no seu cérebro.
Fonte: hardmob.com.br
Fonte: super.abril.com.brOs 7 hábitos que preparam você para dormir:
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Salto Alto! Prejuízo ou Benefício?
adaptado por Marianna Lemos
Imagine a estrutura corporal da boneca Barbie. Bumbum empinado, peito para frente, símbolos de uma postura imponente, elegante. Tudo porque a Barbie “nasceu” de salto alto. Já você, descendente direta do homem de Neanderthal - que dispensava o uso de calçados - sofre para ficar com uma postura de boneca sobre saltos que muitas vezes ultrapassam o limite do bom-senso.
São dores da beleza, justificam as mais vaidosas. E comparadas ao ato de se depilar, sempre doloroso, usar salto alto tem uma grande vantagem: a gente se acostuma. Mas é do costume que vem o problema: se usado demasiadamente, o salto alto provoca uma mudança na musculatura, os músculos da parte de trás da perna ficam mais curtos e os da frente, mais longos.
E não é só isso: ele pode provocar danos à coluna, principalmente a região lombar (atrás da cintura), dores no joelho, joanetes (mas a hereditariedade também ajuda), calosidades, tendinite, unhas encravadas (quando o modelo é de bico fino).
Para quem já se acostumou com o salto alto, o desconforto vem na hora de calçar um sapato baixo. Irônico, não?
Então, devemos fazer um motim em prol da saúde e jogar todas as nossas sandálias, escarpins e botas no lixo? Não, o segredo é variar na altura! “Intercalar o uso de sapatos com saltos mais altos e mais baixos não acostuma a musculatura. O proibido nessa história é deixar que seus pés se acostumem a um tipo específico de salto”, diz a ortopedista Vera Lúcia Maia. “Se isso acontecer, cada vez que mudar a altura, a pessoa sentirá dor”, explica a médica.
Um modelo de calçado
"Segundo um estudo realizado pela Unifesp, o salto mais recomendado para uso diário tem até 4 cm”, conta a reumatologista Evelin Goldenberg. A altura pode até ser boa, mas o formato ideal dos calçados nada tem de fashion: o sapato perfeito deve ser largo nos dedos e de preferência com bico quadrado. Quadrado também pode ser o salto, pois esse formato garante mais estabilidade. Mas cuidado com as plataformas! Este modelo limita a mobilidade do pé trazendo prejuízos ao tornozelo e a coluna.
Boa notícia!
Cientistas da Unicamp descobriram a exceção da regra usar-salto-alto-faz-mal-à-saúde. Segundo pesquisa desenvolvida pelo cirurgião vascular João Potério Filho, o salto alto beneficia a circulação. A tese foi comprovada graças a um novo exame para medir pressão das veias das pernas.
Através do exame, feito com mulheres usando saltos de 7 cm e 10 cm, foi constatado que o uso de salto alto diminui a pressão nas veias, o que provoca uma melhor circulação do sangue.
Resultado: além de deixar suas pernas mais poderosas, o salto alto impede que elas fiquem inchadas.
Cuide-se! Viva Plenamente...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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